quarta-feira, 7 de maio de 2008

Vale do Rio Doce é o destaque do 2º Encontro Paraense de Engeharia de Produção – EPAEP

O II Encontro Paraense de Engenharia de Produção - EPAEP 2008, que acontece até sexta-feira (09), no Auditório da Unama - Campus Alcindo Cacela, em Belém/PA, tem como destaque desta quinta-feira(08, case empresarial que será apresentado pela Companhia Vale do Rio Doce, uma das maiores empresas mineradoras do mundo e que tem vários projetos em andamento e em implantação no estado.
A palestra da Vale, programada para as 21h, encerrará o terceiro dia da programação do evento que ainda conta com Mesas Redondas, Cases Empresariais e mini-cursos.
Outro destaque é a palestra que será apresentada pelas ORM - Organizações Rômulo Maiorana, às 17h, onde será apresentada toda a logística operacional dos jornais O LIBERAL e Amazônia Jornal, pertencentes ao grupo de comunicação.
Organizado pelas coordenações de cursos de Engenharia da Produção da Universidade da Amazônia - Unama, Centro de Estudos Superiores do Pará - Cesupa e Universidade do Estado do Pará - UEPA, o evento envolverá comunidade acadêmica e profissional da área, e terá uma programação com palestras, mini-cursos, mesas redondas, apresentação de cases empresariais, visitas técnicas e sessão de pôster, dentro do tema – Logística: Oportunidades e Desafios na Amazônia.

II Encontro Paraense de Engenharia de Produção - EPAEP 2008
Fone: (91) 4009-3147
(www.epaep.com.br)

Pará inaugura, em Marabá, o primeiro infocentro público do estado

É o passo inicial para implantação do NavegaPará, o maior programa de inclusão digital do Brasil, que vai levar internet de alta velocidade a mais de dois milhões de pessoas em todo o estado

Foi inaugurado hoje (7/5) o primeiro Infocentro Público do Pará. Situada em Marabá, a unidade disponibiliza à população acesso à internet de alta velocidade. No infocentro, os usuários poderão produzir trabalhos e documentos, desenvolver estudos e pesquisas, além de ser atendidos por monitores que ministrarão cursos e oficinas. A iniciativa faz parte do programa do governo paraense, o NavegaPará, que vai levar internet de alta velocidade a mais de dois milhões de pessoas em todo o estado. Considerado o maior programa de inclusão digital do país, o NavegaPará acontece a partir de dois convênios: com a Eletronorte e com a Rede de Fibra Óptica Metrobel.
A Eletronorte tem no estado 1.800 quilômetros de cabos de fibra ótica para transmissão de energia. O convênio permite que o Governo do Pará use a fibra para integrar os municípios via internet. O projeto prevê a ação em treze municípios: Santa Maria, Pacajá, Altamira, Abaetetuba, Tailândia, Barcarena, Tucuruí, Jacundá, Marabá, Uruará, Rurópolis, Santarém e Itaituba, além de Belém, que dispõe da rede local Metrobel. Nesses municípios, o governo estadual vai construir as chamadas Cidades Digitais, que são pequenas redes para baixar o sinal da Eletronorte. O programa vai disponibilizar, em cada cidade, pelo menos dois infocentros públicos com pelo menos 20 computadores cada.
As conexões municipais vão interligar, por internet de alta velocidade, as principais instituições governamentais, como hospitais, escolas, delegacias, órgãos federais, estaduais e prefeituras (serão cerca de 500 pontos de conexão no interior e 300 pontos na região metropolitana de Belém, interligando as principais unidades administrativas).
Além dos benefícios facilmente perceptíveis como o acesso do cidadão aos equipamentos e facilidades da internet, o NavegaPará beneficia a população, de forma direta, em três áreas essenciais: educação, saúde e segurança.
Na área da educação, será possível a interligação das escolas por internet de alta velocidade, disponibilizando máquinas para pesquisas de alunos e professores; treinamento e cursos de qualificação profissional por meio de telecentros.
Na área da segurança, o NavegaPará vai possibilitar o uso de câmeras de vigilância nas cidades; a interligação por internet de alta velocidade de todas as delegacias e principais órgãos do sistema de segurança; melhoria na fiscalização das extensas divisas do Estado, a partir de um cadastro online com nomes de pessoas e placas de veículos, dificultando a ação de quadrilhas; e ampliação dos serviços de governança eletrônica (serviços públicos prestados via internet), como consultas sobre documentos e concursos públicos.
Na área da saúde, primeiro estarão interligados por internet de alta velocidade os hospitais, postos de atendimento e almoxarifados, otimizando os serviços diretos à população. Os telecentros vão viabilizar ações como conferências médicas via internet, agilidade no fornecimento de laudos, obtenção, de forma instantânea, de um segundo diagnóstico médico, além de treinamento à distância no setor para comunidades e agentes sociais de lugares de difícil acesso.

“Mais do que um projeto de inclusão digital ou de gestão, o NavegaPará é um programa de inclusão econômica e social”

Ana Júlia Carepa - Governadora

Para o setor produtivo, o NavegaPará vai disponibilizar os telecentros de negócios, que possibilitarão a empresas, sindicatos e associações de classe promoverem debates à distância, reuniões, treinamentos, cursos e seminários, além de usarem a internet como meio direto de negócios, com mostra e venda de produtos.
“Mais do que um projeto de inclusão digital ou de gestão, o NavegaPará é um programa de inclusão econômica e social”, define a governadora Ana Júlia. “E se insere no objetivo amplo de implantarmos um novo modelo de desenvolvimento no Pará, onde a circulação da informação é essencial para construirmos competitividade não apenas no setor produtivo, mas junto aos profissionais, ao cidadão. Não posso deixar o Estado se esfacelar com os municípios tão distantes da esfera de poder e de decisões administrativas”, disse ela, reafirmando sua intenção de manter a união do estado.

terça-feira, 6 de maio de 2008

OI contrata Trópico, AsGa e centro de referência CPqD para o desenvolvimento de projetos de rede e serviços

A Oi, primeira empresa quadri-play do Brasil, está ampliando seus investimentos em tecnologia nacional. A companhia fechou contrato com as empresas brasileiras Trópico Sistemas de Telecomunicações e AsGa Sistemas para o desenvolvimento de projetos que serão utilizados na implementação da portabilidade numérica na rede de telefonia fixa. Além disso, a Oi ampliou contrato com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) para uso de solução tecnológica para envio automático de ordens de serviço para gerenciamento da rede. Juntos, os três contratos têm valor aproximado de R$ 50 milhões para este ano.
“Estamos comprometidos em impulsionar a expansão do setor de tecnologia no Brasil, com investimentos em projetos de pesquisa e desenvolvimento de empresas nacionais. Para uma companhia 100% brasileira como a Oi, a existência de uma indústria local forte e de pólos de tecnologia de ponta como o CPqD representa um grande diferencial competitivo. Para atingir nossos objetivos de crescimento, vamos estimular e demandar cada vez mais tecnologia desenvolvida no Brasil”, afirmou o presidente da Oi, Luiz Eduardo Falco.

Portabilidade

A portabilidade numérica, que permitirá aos clientes manter o número do telefone ao mudar de operadora ou endereço, começará a ser oferecida em agosto para algumas localidades e evoluirá gradualmente até o primeiro trimestre de 2009, quando chegará aos grandes centros do país.
O contrato com a fornecedora Trópico – uma joint-venture entre a Promon e o CPqD – prevê a expansão da rede de sinalização chamada 7IP, com a implantação dos servidores de sinalização em todos os 16 estados que compõem a rede de telefonia fixa da Oi. Atualmente, eles estão presentes em 11 estados.
A rede de sinalização 7IP foi desenvolvida em conjunto pelas equipes técnicas da Oi e do CPqD, cabendo à Trópico implementar a solução, que consiste na centralização da inteligência de toda a rede fixa, e ainda desenvolver a solução de portabilidade numérica da empresa. A AsGa, por sua vez, será responsável pela utilização das informações providas pelos servidores de sinalização 7IP para complemento da execução do serviço de portabilidade.
O projeto de expansão dos servidores 7IP da Trópico começou em março, no Ceará, e segue gradualmente para Pernambuco (abril), Minas Gerais (maio), Bahia (junho) e Rio de Janeiro (julho). Este é o maior investimento da Oi na Trópico, que já desenvolveu projetos importantes para a companhia, como bilhetagem por minuto, controle de chamada de pré-pago (AICE), bilhetagem do acesso discado à internet e controle de bloqueios e permissões de chamadas.

Gerenciamento de rede

Maior centro de pesquisas em telecomunicações da América Latina, o CPqD fornecerá à Oi a nova versão do software SGE, que permite o envio automático de ordens de serviço aos técnicos responsáveis pelo gerenciamento da rede externa da companhia. Ao centralizar o envio de informações aos profissionais de campo, a Oi ganhou agilidade na manutenção da rede.
Implantado com sucesso há cerca de quatro anos pela Oi, o SGE tem sido aprimorado com atualizações tecnológicas desenvolvidas a partir de pesquisas do CPqD. Os dados centralizados pelo software são transmitidos para os aparelhos móveis dos aproximadamente 20 mil técnicos que atuam a serviço da companhia.

Sobre a Oi:

A Oi é pioneira na prestação de serviços convergentes e integrados de telecomunicações no Brasil. A empresa oferece transmissão de voz local e em longa distância, telefonia móvel, comunicação de dados, internet e entretenimento.
No mercado de varejo, a Oi atua em 16 estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste (Região I) e, no mercado corporativo e de longa distância, a companhia opera nacionalmente. Além disso, a Oi adquiriu licença para operar telefonia móvel em São Paulo, fortalecendo o posicionamento estratégico de sua cobertura.
A Oi encerrou o mês de março com cerca de 33 milhões de clientes, sendo 14 milhões em telefonia fixa, 17,3 milhões em telefonia móvel e 1,6 milhão em banda larga.

Sobre a Trópico:

A Trópico Sistemas de Telecomunicações S.A., fundada em 1999 através de uma joint-venture entre a Promon, empresa líder em tecnologia com forte expressão no setor de telecomunicações, e o CPqD, maior centro de pesquisa em telecomunicações da América Latina, responde por mais de oito milhões de terminais digitais, cerca de 20% da planta instalada em todo o Brasil. Recentemente, expandiu sua atuação para os Estados Unidos e outros países da América Latina. No final de 2001, a Trópico Telecomunicações recebeu um investimento minoritário da Cisco Systems.

Sobre a AsGa Sistemas:

A AsGa Sistemas é uma empresa que se dedica a projetar, desenvolver e comercializar soluções de software e hardware para o mercado de telecomunicações. Nascida da AsGa S/A, lider nacional no segmento de modens ópticos (aproximadamente 75% de todos os modens ópticos instalados no Brasil levam a marca AsGa) a AsGa Sistemas faz parte de uma estratégia de diversificação que visa o fortalecimento estrutural do grupo.

Sobre o CPqD:

Há 31 anos atuando em Telecom e Tecnologia da Informação, o CPqD é um dos principais fornecedores de sistemas para suporte a operações e negócios, tecnologias de produtos, serviços laboratoriais e consultorias. Emprega cerca de 1.500 profissionais altamente capacitados e está presente com suas soluções em países da América do Norte, América do Sul, Europa, África e Oceania. Somente no Brasil o CPqD beneficia mais de 40 milhões de usuários de telefonia convencional e wireless (sem fio) e diversos clientes corporativos dos setores financeiro, de energia e governamental.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

Oficina da Inclusão Digital

O Secretário Adjunto de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento, Rodrigo Ortiz, confirmou que Belém será sede da sétima versão da Oficina da Inclusão Digital. Ortiz participou de reunião na Prodepa para tratar da programação do evento, que acontecerá em novembro. Será a primeira vez que a capital paraense sediará a oficina, tendo o Governo do Estado como organizador, através da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect) e da Empresa de Processamento de Dados do Estado do Pará (Prodepa).

Asus EEEPC - tela de 7 polegadas


A Sol Informática comemora as ótimas vendas do Asus EEEPC, um pequeno notebook, que com memória Flash no lugar do disco rígido e tela de 7 polegadas, tem feito um bom número de adeptos. Vale a pena conhecê-lo.

Vagas abertas para programa de trainee da Oi

As inscrições para as vagas de Trainee da Oi já estão abertas, através do site www.oi.com.br/euquerotrabalharnaoi. O programa, que destina vagas para o Rio de Janeiro, se dividirá em duas vertentes. Um grupo será formado por 20 pessoas com perfil generalista e com mais tempo de formado, de dois a cinco anos. A proposta é selecionar aqueles que possam ocupar cargos executivos após o término do programa de formação, que deve durar aproximadamente 18 meses. O objetivo macro do programa é desenvolvê-lo em serviços, negócios, liderança, além de estimular o próprio autodesenvolvimento. O outro grupo, com 80 vagas será de trainees voltados para a área tecnológica. Quem entrar cursará um programa de pós-graduação na modalidade de especialização, de três meses em regime de dedicação integral e receberá uma bolsa auxílio. Os que tiverem melhor desempenho serão efetivados como trainees, e receberão programa de formação específica, também com cerca de 18 meses que incluirá learning tour, certificações, além de programa específico para Serviços e Liderança.

domingo, 4 de maio de 2008

Pioneer do Brasil inaugura sua nova fábrica em Manaus



Manaus ganhou um ótimo presente logo após o dia do trabalho: Na sexta-feira, 02/05, foi inaugurada a fábrica própria da Pioneer, na Avenida Torquato Tapajós, número 4920. Presente valioso para a cidade a nova unidade fabril que possui instalações duas vezes maiores que as anteriores, promete dar um salto de ocupação de mão de obra até o fim deste ano: de 500 para 700 empregados.
A localização privilegiada do prédio, próximo ao Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, facilitará os negócios que, assim como o número de funcionários, que também deve ser multiplicado. A ambição certa da Pioneer para os próximos anos é aumentar gradativamente os alvos de exportação dos equipamentos de som e imagem produzidos em Manaus para toda a América do Sul.
“Tudo caminha favorável desde que a pedra inaugural foi colocada para a construção do novo prédio, em 14 de junho do ano passado. No mesmo mês começamos terraplanagem do terreno e a fábrica foi construída em tempo recorde. E desde o dia 7 de abril começamos a produção nesta unidade”, conta a gerente de Planejamento da Pioneer, Inês Carolina Barbosa. A fábrica já está completamente pronta, e está sendo concluído o paisagismo da área externa para a inauguração do dia 2 de maio.
Há quatro anos e meio instalada no pólo industrial de Manaus, a antiga unidade de 6 mil metros quadrados era alugada. Agora, o novo espaço ocupa imponentes 40 mil metros quadrados, erguidos sob um investimento total (compra de terreno, construção e instalação da fábrica, além de aquisição de novas máquinas e equipamentos de última geração) de R$ 26 milhões.

Modernidade Absoluta na fábrica

A gerente de Planejamento destaca, entre os novos investimentos, o sistema de tratamento de ar que reduz o grau de impurezas, o piso antiestático, roupas e calçados especiais para cada área fabril e a utilização do air shower em todas as entradas da fábrica ampliando o conceito de “produção mais limpa”. Como o nome já diz, o equipamento adquirido air shower é uma espécie de chuveiro de ar que vai dar um “banho” de ar em todos que entrarem na fábrica. Segundo Inês Carolina, com esses investimentos a Pioneer busca a excelência na qualidade. “Desejamos através de produtos inovadores, compartilhar a mesma emoção sentida pelos clientes, assegurando o compromisso do perfeito funcionamento do produto, aumentando a confiança dos mesmos”, destaca.

Pioneira

A fábrica de Manaus é a pioneira no Brasil e há 101 unidades da Pioneer em todo o mundo, entre fábricas e escritórios de desenvolvimento, totalizando 38.000 funcionários.
A fábrica em Manaus tem 13 mil metros quadrados, mais que o dobro de área construída da antiga unidade. O restante, ou quase 30 mil metros quadrados, segundo a gerente de Planejamento da Pioneer, será de área verde, área de lazer destinada aos funcionários e parte será utilizada em uma futura expansão.

Produção

Hoje a fábrica da Pioneer produz imagem e som: DVD, sintonizador de TV e som automotivo. São 18 produtos de última geração destinados ao mercado final e as montadoras de veículos. A linha de produtos 2008 apresenta o que há de mais moderno em tecnologia, qualidade de som e design, mas são surpresas a serem reveladas ao longo deste ano.
A produção na fábrica em Manaus cresce a cada ano. No primeiro ano da Pioneer em Manaus foram produzidos 300 mil aparelhos e quatro anos depois a empresa fechou o ano com 800 mil aparelhos, um crescimento bastante significativo de 160%. “Aumentamos nossa capacidade produtiva com a aquisição de novas máquinas e nossa meta para esse ano é uma produção recorde: 1 milhão de aparelhos”, anuncia a gerente de Planejamento da Pioneer.
“Atualmente, a Pioneer é líder absoluta no segmento de som automotivo, em um mercado estimado em 3 milhões de carros novos por ano”, comemora Inês Carolina.